Ainda que já lá em casa há mais de um mês, e lembrando-me que está na hora de ir levantar o próximo numero, a leitura deste Sábado será a Monocle de Março.

Com a qualidade a que já me habituei, este breve despegar da intelectualidade académica e da rotina profissional é como que um constante grito de alerta, e de alguma forma de revolta também, mostrando-me que não é tarde para tentar fazer na vida aquilo que realmente gosto…

Um destes dias…
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Dizia-me um amigo durante o almoço que a Natalie Portman é efetivamente muito bonita. Sim. É. E também é inteligente claro… Já sabemos. E não é de hoje…

Natalie Portman Miss Dior

Eu gostei de a ver em Leon: The Professional, de Luc Besson e ela tinha o quê? 12, 13 anos? E também esteve bem, muito bem, no Star Wars: The Phantom Menace , no Cold Mountain, no V for Vendetta, no Black Swan e no curtíssimo Hotel Chevalier… Que bem que estava… Como noutros tantos…

Mas isso agora não interessa para nada. Natalie Portman é a Miss Dior e isso é outro nível, outra escala… Já não se trata aqui do quão boa atriz Natalie Portman é, mas sim da imagem que a mesma transmite…

Fica o filme, fala por si.

É isso. Desta vez vão mesmo ficar para amanhã. Acordei há já 67 horas e entre familia, trabalho, aulas e estudo, a coisa começa a pesar.
Tenho a nitida impressão que, se continuasse noite adentro, ainda aguentava mais umas horas valentes mas por outro lado, cheira-me que, mantendo a tradição, a noite de amanhã, por ser vespera de apresentação, vai ficar em claro e como tal, é preferivel dormir hoje…

Woody Allen, amanhã (ou pelo menos, logo mais pela manhã) voltamos a falar…
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Lembro-me que no primeiro dia de Primavera chovia sempre. Sempre quero dizer, todos os anos, no primeiro dia de Primavera.

Daqui a menos de um minuto ele vai tirar do bolso uma pistola, um revolver, .38. Já está. Entre os olhos. Alguém vai dizer que não havia razão para tal.

Lembro-me de estar à porta, de postigo aberto, olhar para a rua. E do café quente em cima da mesa.

Por cá já não se liga a essas coisas. Velhos são velhos. Como os trapos. Noutras terras, outras gentes, mãe é mãe. Não devia ter dito nada.

A porta mostra que a casa há já muito que deixou de o ser. Passo, olho, mal vejo. Abraça-me. Não quero que os fantasmas te levem, pensa.

Uns dias depois, deitava-me nas ervas frescas, mordiscava azedas, gostos amargos que vidas doces precisavam para as chamar à terra…

No regresso nem se dá por ela mas lá em cima, uma janela por onde assoma esvoaçante uma comprida tira bordada, alva, estranhamente alva, para uma ruína diga-se… Faz-me olhar para a alma e por ela ver o céu.

Super Moon by Ben Adams as seen on Flickr

A lua cheia. Pois. Só pode ser da lua cheia…

Aqui não se trata bem de saber o que é a Distopia ou a Utopia e muito menos de saber qual delas mais se aproxima da minha visão do mundo. Ainda assim, há que saber responder perante tal pergunta.

A questão Windows vs Mac não é nova (aliás, nos dias que correm, é até bem velha, tão velha que quase não se levanta), assim como a questão Star Wars vs Star Trek… E então a questão jeans Levis vs jeans Lois? Eu sei que a minha preferência desde pequeno foi para as jeans Lee mas, a escolher entre as duas anteriores, admito que sempre optei pela marca do touro em detrimento da marca dos cavalinhos…

Há já muito que não escrevo aqui sobre um site de que tenha realmente gostado. Lembro-me de outros tempos, outras cores, outras vontades e outras palavras… Era mais fácil a vida então (dou-vos alguma pista?)…

Esqueçamos então aquilo do Flash, da usabilidade, da acessibilidade e tudo o resto… Vá lá. Só por uns minutos… Eu mereço… Lois Jeans – coleção Primavera Verão 2011. Utopias? Distopias? Fica à vossa escolha. E não se esqueçam de passear na máquina do tempo…

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nota: cada uma das imagens acima aponta para uma imagem de maior dimensão. Só porque sim.