Nem podia ser, vindo de quem vem.

Aqui fica, a prenda de aniversário que a Patrícia me deu este ano. Como foi desenhado na escola, imagino a dificuldade que ela teve em explicar às professoras o que era aquilo que estava a desenhar e imagino igualmente que, com a explicação, as professoras tenham encontrado justificação para algumas das dúvidas que eventualmente as assombravam («Com um pai assim, claro…»).

The King of all Cylons

De notar que o Cylon acima não é um Cylon qualquer. É o Rei dos Cylons. Não me digam que não dá para perceber logo. Basta olhar para a coroa…

Daqui a uns anos filha, quando juntos assistirmos à Galactica, sentados no sofá, e a discutir se as Colónias do Cobol são ou não as Tribos de Israel, iremos com saudade lembrar estes desenhos… Depois trocamos de dvd e rogaremos pragas à SyFy por ter cancelado o Caprica.

Obrigado filha.

Eu já tive as mais variadas discussões sobre o tema. De gente que nunca provou sushi a gente que gosta de comer sushi todas as semanas, passando por gente que simplesmente pensa que é expert no assunto. Eu não sou. Mas ainda assim, já comi sushi em vários sítios, aliás, já comi sushi em vários países diferentes(ainda que, infelizmente, nunca no Japão) e já deu para perceber alguns pequenos detalhes que, em casas tidas como bons restaurantes japoneses, são um ponto comum.

Coisas como, comer os nigiris (pequenos pedaços de arroz cobertos com peixe) à mão ou  não misturar o wasabi no molho de soja, são instruções básicas que já me foram referidas mais que uma vez (não que fosse necessário, pelo menos no que à tal mistura de wasabi e molho de soja se refere – como conseguem?).

Referente ao tema, vi o post que o Prof. Jorge Rosa deixou um destes dias no Facebook e aproveito para publicar aqui também, o vídeo que o referido post apresentava. Como comer sushi.

37
photo by Tom Magliery

Mais 3 e são 40.

Dizia eu há Susana, alguns dias atrás, que estava desejoso de os fazer. Os 40… Não se é «trintão» aos 37. E não se é certamente «quarentão» antes dos 40. Sinto-me como quando tinha 15 anos… Não se é nada aos 15 anos que diacho… Bem, talvez se seja um pouco tonto mas dificilmente mais que isso.

Ainda assim, haverá melhor idade do que essa? Vive-se cada dia com uma paixão de outro mundo, cada palavra tem o peso de um tratado, cada musica é uma sinfonia e cada filme… Cada filme é um filme, que na altura sabemos, nos influenciará para sempre. Pois. Sinto-me como quando tinha 15 anos…