Lady Gaga é Lady Gaga… Toda a gente a conhece. Polémicas à parte, ela aparece em tudo quanto é televisão, jornal, revista… Seja pelos penteados que usa, pelas roupas que veste, pelas insinuações sexuais que insiste em fazer publicamente…
«Poker face» também toda a gente conhece. Há até quem já não possa ouvir a dita musica tal o numero de telemóveis em que a elegeram como toque.
Então e Christopher Walken? Quem conhece? Menos certamente… Para mim, ainda que ele tenha interpretado muitos mais papeis, Christopher Walken vai sempre lembrar-me o Nick do Caçador (quem pena que tanta gente não conheça «O Caçador», The Deer Hunter) e o Max Zorin do «007 Alvo em movimento» (que raio de nome para A view to a kill). e deste lembram-se? Grace Jones? Não? Certo…
E agora, num cruzamento improvável, que tal, Lady Gaga por Christopher Walken? Aqui fica, Lady Gaga como nunca se ouviu.
Ainda que só pelo titulo do post já se possa esperar uma nova enchente aqui no browserd.com (o postAs 50 melhores cenas de sexo do cinema já conta com mais de 30.000 visualizações), correndo o risco de gorar expectativas, o que aqui vos deixo é um pequeno filme da autoria de Alvaro C. criador do blog Nimias Cosas Mínimas. Gostos e fetiches sexuais à parte, vale a pena dar uma olhada.
Se bem me lembro, a conversa terá até começado na sequência dos já costumeiros debates no Twitter sobre a Vorwerk Bimby (sim, esta coisa do Twitter é cena de macho).
Ora, eu que até ando numa de perceber um pouco mais de culinária (acho que lá por casa a Susana agradeceria), ganhando algum conhecimento sobre a confecção em vez de me ficar no consumo, resolvi perguntar-vos, ó mestres de culinária, qual das três magas das cozinha, merece mais atenção: Nigella Lawson, Mafalda Pinto Leite ou Bimby?
É claro que, para vos ser sincero, tenho muitas saudades das horas frente ao People & Arts, em que nos deliciávamos com os brindes culinários da Clarissa Dickson-Wright e da Jennifer Paterson mais conhecidas como «The Two Fat Ladies» mas, o que lá vai lá vai, uma das senhoras até já morreu, nada a fazer.
Quanto à questão do Jamie Oliver, bem, não há questão. A malta gosta do que ele apresenta, tem tudo bom aspecto, e não parece haver necessidade de escolha, entre ele e o Manuel Luis Goucha (que ao que julgo saber, já nem faz programas de cozinha, que diga-se, não seriam os mesmos sem o bigode).
Voltamos então às concorrentes: Nigella Lawson, Mafalda Pinto Leite ou Bimby? Quem ganha a batalha pela Colher de Pau doirada?
Lá dizia a Katy Perry que tinha beijado uma rapariga e tinha gostado… Pois… Mas convenhamos, nos dias que correm, que há de novo nessa afirmação? As Tatu já o faziam em 2003… Old news…
Verdadeiro acto de amor, e de afirmação pessoal porque não, é o que as meninas do Damsels of Dorkington fizeram, beijando um… Nerd?
Sanctuary não é propriamente uma nova série. Existe desde 2007 tendo começado por ser exibida unicamente na web.
Sendo uma série do SyFi Channel, tinha pelo menos dois pontos fortes para agradar ao publico alvo do canal: Amanda Tapping, mais conhecida pelos fãs da ficção cientifica como Samantha Carter, a cientista da equipa SG-1 em Stargate. Para além disto, Sanctuary é uma série cuja produção é essencialmente baseada na tecnologia. Muitos ecrãs verdes e muita animação por computador. Melhor. Tudo isto, muito bem feito.
Sanctuary conta a história da Dra. Helen Magnus que, num mundo que não sendo o nosso, se parece muito com ele, mantém num misterioso palácio cercado por um campo de forças invisível (numa mistura de tecnologia e mística), um numero incerto de criaturas que, erros ou triunfos da natureza, são diferentes das outras e como tal, muitas vezes incompreendidas e perseguidas.
A própria Helen Magnus terá algo de diferente uma vez que, aparentemente, terá já 158 anos de idade (não se preocupem, ela parece-se com a Amanda Tapping de sempre) e, como uma brilhante cientista da época vitoriana, terá sido companheira de Nikola Tesla, Nigel Griffin, James Watson e John Druitt, um grupo de cientistas que se dedicavam à exploração das razões de ser do mundo físico, nem sempre da forma mais convencional…
Nesta aventura, a Dra. Helen Magnus é acompanhada pela sua filha Ashley Magnus (Emilie Ullerup), cuja beleza anda lado a lado com a força e destreza física tornando-a assim, o braço forte do Santuário sempre que é necessário recolher uma criatura mais rebelde… Magnus é também ajudada pelo Dr. Will Zimmerman (Robin Dunne), um psiquiatra forense, especialista nas ciências comportamentais cujo fascínio pelas explicações menos comuns levou ao seu descrédito entre os colegas de profissão. No santuário sente-se em casa… Como parte do staff original do santuário existe ainda Henry Foss, colaborador de Helen, geek dos computadores e de todas as coisas mais techie, é também o responsável pela criação das armas especiais usadas por todos eles assim como pela segurança hight-tech do espaço (coisa que por vezes falha).
Já na história como sendo a série com a primeira temporada mais vista de sempre no site Syfy.com (qualquer coisa como 3.9 milhões de visualizações na página da série), Sanctuary conta com 8 episódios na web e mais 13 da primeira série. A segunda série será para consumir nas férias que se avizinham mas o SyFy já anunciou: Novos episódios estão para chegar. Ainda este ano.