Este fim-de-semana que passou foi mais um de corre-corre. Sábado: Festa de Natal da AXA Portugal (os novos patrões da Susana uma vez que a Seguro Directo deixou de pertencer ao BCP que a vendeu à CGD antes desta a vender à AXA). Foi no CNEMA de Santarem. Esta festa serviu também para a integração dos novos colaboradores (SGD) no espirito da Companhia (AXA). Aquilo que de inicio me parecia um pouco forçado acabou por se revelar uma agradavel supresa, um dia bem passado, divertido e interessante (Zé, esta é especial para ti ok?). Na nossa mesa ficou uma jovem (Ana Margarida de seu nome) da AXA que parecia estar realmente impressionada com a atitude SGD. Eu já deixei a SGD à 6 anos e continuo a dizer o mesmo. Não há casa como aquela. Correndo o risco de cair num lugar comum, o tempo dirá… May we live in interesting times. Não cheguei a provar o tinto. Ele estava lá. Não bebi porque não quis.

O Coiro

O Domingo foi de circo. Sim, Natal tem circo cá pelos nossos lados. Ainda antes da Patricia nascer já tinha e agora tem em dobro (ou triplo como parece ser este ano). Coliseu dos Recreios, duas da tarde, palhaços, trapezistas e passarocos. A Patricia riu imenso e nós também. Frase a reter: “Não tenha meeedooo.”.

Xmas Circus

O fim de tarde fechou no frio de Lisboa em busca de uma qualquer casa de chá onde pela Baixa se pudesse passar um bocadinho. A cidade que eu amo continua sem perceber que hoje em dia os lisboetas voltaram a casa e também por cá gostam de passear ao Domingo. Não há nada aberto que não sejam lojas. Ficamo-nos pela arvore e pelas luzes da praça. As castanhas estavam cruas (nem todas. Algumas estavam assadas mas essa tinham bicho.).

Millennium Xmas treeAs coisas continuam a não estar a 100%. As férias acabaram mas nem por isso o descanso chegou. Tal como um habitué cá do sitio, também eu estou com problemas em montar a arvore de Natal. Falta de tempo. Por norma cá em casa, a arvore é algo para se montar em familia, nas calmas e ouvir música… Nas calmas. Pois. Entre roupeiros e arcas congeladoras, carros novos à mistura (não és a única com essas preocupações) e prendas, nem tem sobrado tempo para me inteirar das novas séries que para ai polulam… Dificilmente tem sobrado tempo para as menos novas quanto mais… Fica a nota que o Lost já só continua em Janeiro (estou a gostar mas estes intervalos matam-me) e que o Alias já foi cancelado. Sem comentários.

Amanhã tenho que arranjar tempo para vos falar de comes e bebes que os registos estão em atraso. Temos pelo menos um dois italianos e um cafézinho ali para os lados do Chiado.

Eu sei que não apareço aqui há já alguns dias mas isto tem estado mesmo complicado. Ao contrário do comum dos mortais, eu sempre que tiro férias é mais para ter tempo suficiente para me preocupar com tudo o que no dia normal de trabalho não me posso chatear por, falta de tempo.
Assim só para terem uma ideia, a preocupação do dia hoje foi mais ou menos esta: um guarda-vestidos/cómoda sec. XVIII com o fantástico preço de € 2.000 que é como quem diz, 400 contos. Sim. Tal e qual. Andamos há já algum tempo a queixar-nos de que o espaço que temos actualmente para a roupa não chega (e isto sem contar que a Susana separa roupa de Verão de roupa de Inverno e fazemos o transporte Lisboa / Lourinhã duas vezes ao ano) e como tal lá decidimos que teriamos outro roupeiro. Tendo em conta que no quarto temos também uma escrivaninha classica (apesar da cama ser Cerne mas isso não interessa para nada) resolvemos que o roupeiro seria classico também. Até aqui, tudo ok. Vivendo na zona que vivemos, facilmente deparamos na rua com lojas de antiguidades e velharias e logo, facilmente encontrámos um roupeiro que até nos agradou e pela módica quantia de € 400. Boa. Estávamos quase lá. No entanto, a vida dá voltas e os gatos precisam de ir ao veterinário de vez em em quando e assim, pela manhã lá fomos com o Browser até ao Hospital Veterinário de São Bento. Está mais que visto não é? Para quem conheçe a Rua de São Bento já está mesmo a imaginar… De todas as casa era aquela que menos brilhava por fora. Lá dentro… Bem, lá dentro estava o tal de € 2.000 e o resto é história.
Estamos nós muito bem a fazer contas à vida e a pensar onde ir arranjar o tão necessário dinheiro quanto nos toca à campainha da porta a vizinha do andar de cima. Só para avisar que vai marcar reunião do condominio para daqui a 15 dias (quando já devia ter marcado há mais de um ano altura pela qual toda a gente deixou de pagar uma vez que a passagem da administração não se fez) para passar a administração e acerto de contas. A € 25 por mês vai ser lindo vai…

p.s. Este post está a ser escrito com a Patricia ao colo enquanto a janela do browser está a um canto do monitor uma vez que tudo o resto está ocupado com mais um episódio do Noddy.

Dias virados do avesso. Um gajo paga uma assinatura de 25 euros à TMN e que nos dizem eles? Até já… Ainda ontem a máquina estava perfeita. Ando eu a espalhar aos sete ventos que estou muito contente com o meu telemóvel e eis senão quando, acordo sem rede. Nicles. Népia. Nem 3G nem GSM nem o raio que o partisse. Nada. Tento ligar para o 1696 (serviço de apoio ao Cliente da atrás referida operadora) e recebo um magnifico “Sem cobertura de rede”. Boa. Já no trabalho tento novamente e sou brindado com a mesma resposta. Isto começa a enjoar. Tento do fixo ligar para o 1696. Nada. Impossivel. Bem – penso eu – talvez tenha a ver com as nossas linhas (aquela cena de marcar o zero e coiso e tal). Tento a linha alterantiva para quem liga do estrangeiro (a preço roaming): 96 16 96 000. Chama que chama e volta a chamar caindo logo de seguida. Muitas tentativas levaram-me a uma em que finalmente se fez luz: O rap da TMN estava a tocar… Fui atendido pela Diana Melo que me diz muito prontamente assim que lhe identifico a situação: “Não é um problema do seu telemóvel nem do seu cartão. Trata-se de uma anomalia de rede que a TMN está a tentar regularizar”. Mas então – pergunto eu ingenuamente – porque é que todos os telemóveis TMN aqui à minha volta estão com rede e só o meu é que não? A resposta foi pragmática q.b. “É assim. Não afecta todos os clientes.”. Confesso que uma resposta como esta me desarma em segundos. Quase a desistir (é dificil seguir um raciocinio inquisidor ou pelo menos na tentativa de esclarecer quando são estas as respostas) tentei ainda uma outra questão: E se eu ficar vários dias a sofrer desta anómalia? Eu pago uma assinatura para garantir serviço todos os dias do mês. Quem me vai compensar do prejuizo? A resposta estava pronta e eu nem a vi chegar – “A TMN também tem todo o interesse que o Cliente estabeleça comunicações.”. Sim, eu sei. Claro que eu sei. Cai de rastos. Nada mais havia a dizer a não ser um obrigado.

Aguardo agora, sem rede, o próximo episódio desta epopeia que estou certo, muito ainda tem para me dar…

Hoje é daqueles dias em que me apetece escrever muito. Sobre alguma coisa muito importante. Escrever, escrever, escrever até me cansar. E isto é importante. E já me cansei.
Até já.

Na passada sexta-feira fomos assistir a Ligações Perigosas (Les Liaisons Dangereuses) de Choderlos de Laclos onde os fantásticos Vicomte de Valmont e Marquise de Merteuil jogam um com o outro um jogo mortal de sedução e sexo. Os Fatias de Cá no Palacio Pancas Palha que nos dão champanhe à entrada enquanto aguardamos nos salões por aquilo que lá vem. Da cortesã à inocente Cecile, assistimos durante 3 horas a uma cena pré-Bastilha mas que nos dias que correm, cada vez mais pensamos comum. Quem não os conheçe que os vá conheçer. Vale bem a pena. Isto sem contar que sai de lá bem comido e bem bebido…

O Sabado foi de Rodizio Alentejano na Quinta da Vitória – Sobreda da Caparica. Pois. Alentejano? Ahh sim… Estavam lá umas coisas, para o lado do buffet, que se pareciam com migas alentejanas… E o vinho… Era alentejano. Mas o Alentejo acabava ai. Era um Rodizio. Mas não rodou muita coisa. Exeptuando um dos empregados que primava pela simpatia (mas nem assim pela carne que nos trazia), a maioria dos restantes nem por isso. Tivemos em vias de clamar pelo gerente mas depois chegámos rapidamente à conclusão que era preferivel gritar por mais comida. O gerente se tanto, traria o livro amarelo e isso não nos iria saciar… A relembrar para não voltar tão cedo.

O Domingo começou cedo com uma sessão de Harry Potter pelas 10 da matina no Cinema Londres. Porquê tão cedo? Benesses de trabalhar para “O Grupo”. Muito agradeço porque até gostei do filme. Mas confesso que a Hermione já me parece grandinha para o papel… A noite deu a conheçer La musgaña através do album Temas Profanos. Encantado mas sei que só para apreciadores. A partir destes ainda fui parar a Mestisay e à voz de Olga Cerpa. Tenho mesmo que lá voltar. Terminou com uma constipação. E mais não digo. Pelo menos hoje.