Lx Panorama

E lá fomos nós até ao Mundo Mix. Ainda eu não tinha falado com a Susana sobre o assunto e já ela me estava a enviar um e-mail a dizer que se calhar era um bom programa para a tarde de Sábado. Bem pensado, melhor feito. Já fomos ao fim da tarde (mãe e filha ferraram-se a dormir e só acordaram por volta das seis da tarde) mas pareceu que era mesmo boa hora. Deixamos o carro ali junto ao Largo do Caldas e toca a subir até ao Castelo. A fila para a bilheteira era enorme mas nós passámos ao lado confiando no que tinhamos lido: Lisboeta não paga. E lá foi. Chegando à cancela bastou mostrar o B.I. e venham de lá dois bilhetinhos para a feira… Assim que entrámos encontramos logo dois colegas da escola secundária. Daqueles que não viamos há 10 anos. Iguais. Lá seguimos com o conselho: Não percam a miuda. Aquilo já nos dava a entender o mar de gente que andava lá por dentro. Na dificuldade que foi passar com o carro da Patricia no meio de tanta gente (principalmente junto ao palco), avistamos uma placa a dizer “ISAMACHINE” e lá fomos nós conheçer o João (Visitante X) e a Isabel. Animadissimos, lá estavam a partilhar o espaço com as miudas da Neon Ware e , pasme-se, às voltas com o hardware. Acreditem ou não o X estava com um stand multimédia ali montado e a mandar fotos do evento para a net a cada 5 minutos. No meio de uma feira onde o que mais se via era handycraft stuff, eis que ali no seu cantinho o homem vendia os seus conhecimentos de novas tecnologias… Ao que parece, o primeiro a ter tal ideia num Mundo Mix. Grande X.

Fomos dar mais uma volta e espreitar o resto do recinto. Ainda bebemos um Cappucinno da Nescafé (já repararam que o sabor Café de Viena está sempre esgotado? Ao menos aparece nos stands. Já não é mau) e voltamos ao João e à Isabel para mais umas lérias de conversa e para uma foto tipo casório… Despedidas feitas que estava na hora da pequena comer. O X ainda propôs que a gente comesse por ali mas com a Patricia era impensável. Lá os deixámos com votos de um grande negócio para ambos. A noite estava já a cair e depois de descobrir-mos a prenda do dia da mãe (atrasada) para a Susana, ainda deu para aproveitar uma ou duas fotos com a vista de Lisboa.

A conselho de uma amiga resolvemos ir procurar “A tasca da Sé”, um restaurante mesmo ali perto da Sé de Lisboa e onde a Pêpa já nos tinha tentado levar várias vezes. Por razões alheias à nossa vontade ainda não tinha sido possivel. Foi agora. Ainda lhe ligámos para saber se queria vir mas a desgraçada está a fazer as malas para ir de viagem a Itália. Mais perdeu. Mantendo o esforço para não me desgraçar quando como fora de casa, acompanhei a Susana (que comeu peixe espada assado na grelha) com um peixinho e deleitei-me com uma dourada na grelha que estava um mimo. Não houve sobremesa nem vinhos mas um pratinho de queijo de ovelha e presunto do bom não ficou para os próximos. A coisa ficou por 25 euros o que para o sitio não nos pareceu caro. A noite já ia longa. Casa.

Chegados, e após a Patricia estar na cama, ainda se levou um episódio do 24 mas foi mesmo a meio desse que a noite ia ficar estragada. Reparei que os periodos de silêncio que o meu leitor de Divx de sala estava a fazer eram maiores e mais frequentes. Por amor à causa (à série e à Susana que tanto gosta de a ver) ainda aguentei até ao fim do episódio mas assim que acabou, net nas unhas e toca de identificar o problema. Pois. São quatro da manhã. Já mudei o firmware do bicho 4 vezes. Tantas quantas já revi o episódio… Estou a começar a ficar farto disto.

3 thoughts on “O Mundo Mix e a noite perdida

  1. @X: Que o dia de hoje côrra ainda melhor…
    @Wolfa: Nós idem. O problema é comprar para ter em casa… Sempre esgotado.

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