Sim. Eu sei. O titulo deste post é tal e qual o titulo do post da Maria João Nogueira sobre o mesmo tema. Mas de certeza que ela não se vai importar. Penso que não haverá outra forma de apresentar o que vimos na noite da passada quinta-feira no Passeio Marítimo de Algés. Cirque du Soleil – Quidam. Está quase tudo dito. Não vale muito a pena andar aqui às voltas com fantásticos, maravilhosos, incríveis etc et al

Ao contrário da Maria João, eu consigo ter alguns números favoritos em todo o espectáculo mas nunca deixando de parte a ideia de que todos eles sem excepção são igualmente bons. Calha o caso de que a boca abriu mais com uns do que com outros. Ainda assim, escolher entre as jovens dos Diabolos e a contorcionista nos lenços de seda, a acrobacia em grupo ou o duo de estátuas, é confesso, algo de muito difícil.

Por vezes confundi a pequena Zoe com o espírito de Quidam em si. Por vezes pensei que não, que estavam totalmente afastados. Sai de lá confuso quanto a esse aspecto mas é disso que o mundo (o nosso e o de Quidam) é feito. De pequenas confusões, choques mais ou menos sincronizados, piadas e laivos de seriedade.

Já tinhamos visto um espectaculo do Cirque du Solei (Delirium) e ficámos tão encantados que saimos de lá com ideia de comprar de imediato os bilhetes para o próximo. Foi o que fizemos. Assim estivessem já a vender os próximos e lá estaríamos, outra vez, na primeira fila.

A noite, que tinha começado com um casal amigo a experimentar os novos pratos de lagosta do La Siesta, terminou com o referido casal no bar À Margem a experimentar o Evel Grande Escolha com umas empadas que vieram aconchegar a falta da sobremesa…

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