Já poucas coisas nos surpreendem vindas da China mas, ainda assim, eles tentam. E conseguem.

Mesmo que dificilmente cabendo nos mais «wild dreams» do mais radical dos Geeks, não posso deixar de imaginar (ainda não lhe coloquei a vista em cima mas já há manobras de bastidores) como será esta fantástica obra televisiva, aqui numa edição contendo as 4 temporadas de Battlestar Galactica.

A novidade é que esta edição no presenteia com um pouco de Star Trek (porque outra razão apareceria a Enterprise na capa?) e também um pouco de Stargate (aquele portal lá atrás não engana ninguém).

Battlestar Galactica meets Star Trek meets Stargate

via Nerdist

Não tarda faz um ano que comprei a impressora Canon Pixma MP640. Bem, talvez ainda falte um pouco. Foi em Novembro de 2009. A minha fiel HP7350 já se queixava a cada impressão e, a mobilidade de todas as máquinas lá de casa, pedia claramente um acesso diferente à maquina de imprimir.

Canon Pixma MP640

4 computadores lá por casa, todos eles portáteis, todos eles de alguma forma, com necessidade de imprimir (até a Patrícia já perguntava quando é que eu lhe ligava a impressora ao computador dela para imprimir desenhos). Junta-se o útil ao agradável, impressora nova, que seja wireless.

Satisfeito que estava com o que a HP me proporcionou durante tantos anos (sempre tive impressoras HP), estava preocupado com algumas coisas que lia sobre a conectividade das impressoras wireless HP. Havia muita gente a queixar-se de que perdiam o sinal quando entravam em sleep mode. Ora, de que vale uma impressora wireless se, de cada vez que eu quiser imprimir algo, tiver que ir até à impressora para a «acordar»?

O acaso levou-me à Canon.

Passeando pelos corredores da FNAC Chiado, é-me sugerido por um dos empregados que olhe para a Canon MP640. A proposta foi boa (ainda por lá há bons vendedores). «Trabalha aqui perto não é? Vá para o trabalho e pesquise na web sobre a MP640. Se lhe agradar, volte cá ao fim da tarde. É a única que cá temos mas eu vou já guardar para si.».


Confesso que não me passava pela cabeça comprar uma impressora Canon. Não sei porquê. Só porque não. Fiz o que me foi sugerido. Pesquisei e, duas ou três reviews mais tarde já lá estava novamente na FNAC. Pode embrulhar.

Demorei alguns meses até a instalar (nem vos falo da lista de livros que tenho para ler) mas no dia que me decidi a tal, foi um instante. Mas vamos lá ver então a impressora.

A Canon MP640 é aquilo a que se chama de impressora multi-funcional e, se há alguns anos estas impressoras sofriam do estigma «nem é bom scanner, nem é boa impressora», hoje em dia isso está longe de ser uma realidade.

Imprimir e digitalizar. Estou convencido.

Imprimindo a cores numa resolução de 9600×2400 dpi e a preto e branco a 600×600 dpi, tal como refere a documentação oficial, imprime uma foto 10×15, sem margens, em 20 segundos. E com uma qualidade extraordinária. Não sei quanto tempo demorará a imprimir uma folha A4 mas pela amostra, não deve desapontar. 4 cores, 5 tinteiros. Preto, Amarelo, Cyan e Magenta mais um tinteiro de um preto pigmentado especial para a impressão a uma só cor. Dizem por ai as más línguas que, utilizando papel Canon e guardando as imagens convenientemente, os testes de longevidade da impressão garantem a imagem por 300 anos. Certo. Depois a malta confirma. Há ainda a referir que, para além de óptimas fotografias, a Canon Pixma MP640 permite ainda imprimir documentos frente e verso, com a funcionalidade full-duplex (out of the box ao contrário do que se vê em muitas outras impressoras) e imprime também directamente em CD’s e DVD’s printable.

Também já tive a oportunidade de experimentar o scanner. Com uma resolução óptica de 4800×9600 dpi e resolução digital de 19200×19200 dpi, a Pixma MP640 provou ser excelente a digitalizar documentos, quer de texto simples (como uma página de um livro), fotografias ou documentos contendo ambos (páginas de revistas). Esta impressora é anunciada como tendo também a função de fotocopiadora e a diferença entre o scanner e esta é simples de explicar. Quando utilizada a funcionalidade de fotocopiadora, a impressora limita-se a imprimir directamente o que colocamos no tabuleiro. Já o scanner permite que armazene-mos o ficheiro resultante da digitalização no computador, num cartão de memória ou numa flash drive.

Tanto imprimir como digitalizar pode ser feito de forma wireless. Claro. É uma impressora wireless certo? That was the point. E foi muito, muito fácil de ligar e configurar. Depois de autorizada no router, foi só instalar o driver e quer o Windows XP quer o Windows 7 reconheceram-na de imediato.

A Canon Pixma MP640 faz muito mais coisas… Aliás, faz coisas que nunca mais acabam (se eu descubro que ela tira cafés melhores do que a Nespresso…) mas até à data ainda não precisei de mais nada. O que fez, fez muito bem e deixou garantidamente, um cliente satisfeito.

Foi há mais de 25 anos que Jeremy Brett nos apresentou Sherlock Holmes. «O» Sherlock Holmes. O maníaco, depressivo, analítico, compulsivo, sarcástico, apaixonado, solitário Sherlock Holmes. Jeremy Brett tem sido desde então, a representação ideal do génio dedutivo criado por Sir Arthur Conan Doyle.

Tal era a perfeição que o mito se fez verdade. Dizia Jeremy Brett que muitos actores diziam que, se representassem Sherlock por muito tempo, o personagem lhes roubava a alma. Terá sido o que lhe aconteceu.

15 anos depois da sua morte, e várias tentativas menos felizes de representar Sherlock Holmes depois (na tv e, mais recentemente, no cinema), surge em terras de Sua Majestade uma nova série televisiva. O nome, Sherlock Holmes, é por si só provocativo. Vem da BBC e isso a mim, fã confesso, só me aguçou o apetite.

Sherlock Holmes 2010

Mini-série. 3 episódios. Cerca de hora e meia cada um. Preparados? A acção decorre na Londres do Século XXI. E que bem que ela se dá por lá. Poderá apaixonar miúdos pelo clássico da literatura inglesa? E porque não?

Depois de sermos apresentados ao Dr. Watson, depois deste ser apresentado a Holmes, de sabermos que Holmes toca violino (não sabiam?), de passarmos por Mycroft, de ouvirmos falar de Moriarty, enfim, de corrermos por alguns becos londrinos, de apanharmos meia dúzia de táxis, depois de tudo isto, fica a sensação de que, estamos a ver Sherlock Holmes novamente. Finalmente. É um Holmes moderno, tal como o outro. Escreve sms’s em vez de cartas e tem um web site: The Science of Deduction. Estabeleceu-se como um consulting detective. O único no mundo. Assim parece efectivamente.

Benedict Cumberbatch está a ser um muito bom Sherlock Holmes. Tem uma expressão própria, cerca daquela que o seu personagem afirma como sua, a de sociopata. A qualquer minuto, pode saltar da cadeira e recitar um poema de Byron ou baixando a cabeça, fazer o mesmo, com o mesmo impacto. Martin Freeman é também um bom Watson, mas temo que a curta duração da série não o vá deixar mostrar ao mundo, a importância do personagem.

Não avançando mais para não cair em spoilers, fica a nota: Televisões do meu pais, não percam a oportunidade de mostrar às gentes de Portugal, mais uma grande produção da BBC: Sherlock Holmes.


E assim foi. 11 anos de casados. Uma viagem às Caraíbas, um fim-de-semana em Paris… Nope. Isso é o que toda a gente (que pode) faz. Qual é a piada?

Ok. Tinha piada. Estava a brincar. Ainda assim, resolvemos que podíamos experimentar algo diferente, com piada à mesma, e que não nos deixasse com aquele sentimento de «soube a pouco» (o que garantidamente aconteceria se fossemos passar um fim-de-semana fosse a que cidade fosse e que ainda não conhecemos. Um fim-de-semana não dá para nada).

Hotel Aviz. Frank Sinatra, Maria Callas, Ava Gardner… A Lisboa dos espiões, o encanto de outros tempos… E porque não? Fica perto de casa e ao mesmo tempo, num outro mundo distante. A noite está tratada. Então e que mais?

Noite no Hotel Aviz

Check-in feito, malas no quarto, são quase horas de jantar. Um telefonema rápido, «mesa simpática junto à janela ou salinha privada?», escolha feita e a caminho do AYA de Carnaxide. Se é certo que aquele espaço dentro da cidade custaria uma fortuna, nem sabendo isso nos deixamos de questionar a escolha do lugar. Deusas. Aquilo é verdadeiramente tenebroso. O resto compensa.

Um atendimento cinco estrelas, simpatia da porta à sala, esclarecimentos quando necessários e tudo, mas mesmo tudo, com uma frescura extraordinária. Execução igualmente sem falhas. As 40 ou 50 peças na mesa, entre sashimis, makis e nigiris, passando pela sopa, pelas ameijoas de entrada e acabando na bebida (que admito não lembrar o nome), de aguardente, soda e lima (sem açúcar), estavam em conjunto a dizer: Qualidade.

A noite estava para passeio e um bom gelado fica sempre bem seja qual for a comemoração. Avenida da Igreja, um clássico lisboeta: Gelataria Itália, mais conhecida pelo nome do seu mais famoso gelado, a Conchanata. Miraculosamente dois lugares na esplanada, serviram para calmamente saborear a nata e o limão (gelado e não sorvete), sem deixar pingar para a roupa…

Vá para fora cá dentro? Porque não? Não se iludam porém. Não lhe ficará mais barato que um fim-de-semana numa outra capital europeia (vivam as low-costs) a não ser para aqueles para quem tempo é efectivamente, dinheiro. Ficará diferente isso sim…

Estamos já a planear a noite para os 22 anos de casados…


Isto para dizer que, ainda que possa não parecer assim à primeira vista, este é o browserd.com de sempre. Está só a passar por um processo de renovação no layout, assim como na plataforma que o suporta (WordPress), de forma a garantir melhor usabilidade, acessibilidade, navegabilidade e performance. A ver vamos se consigo.

Podia optar por deixar o site em «maintenance mode» até que o desenho e funcionalidades do mesmo estivessem 100% mas, isso iria-vos deixar sem as maravilhosas pérolas que aqui vou escrevendo de quando em vez (modesto não) e iria, ao mesmo tempo, privar-me numa altura crucial, das vossas eventuais sugestões e criticas. Assim sendo, com vocês, o browserd.com.

Até já.