Isto por aqui não tem tido muito movimento ultimamente. Muitos projectos no trabalho e algum valor adicional dado às horas de sono não permitem que dê tanto tempo ao teclado (a este pelo menos) como desejaria. Eu ainda pensava que ter aderido ao pacote Funtastic Life da TV Cabo viesse a ter este efeito mas afinal, nem o raio do pacote me tem feito ficar acordado nos últimos dias. Tenho as series todas em atraso. Dois ou três episódios de Prison Break (sim, que eu não sou de desistir mesmo quando aquilo parece estar muito mau), mais dois ou três de Heroes (sim, que eu não sou de desistir mesmo quando a Susana se deixa dormir a cada dois minutos da aventura do Hiro no Japão), uns quantos Weeds e a segunda season de 30 Rock que, qual pecado, ainda não comecei a ver.Se a isso juntar os livros que já se começaram a acumular ali ao canto da sala (estou a ver alguém a proibir-me de comprar livros na próxima viagem) … Uiii. Preciso de descanso. A sério.

A Patrícia estará esta semana em casa do avô materno. Com um bocadinho de sorte tiramos a barriga de misérias e entre cinemas e restaurantes conseguimos umas férias “vá para fora cá dentro”. Assim o trabalho ajude (ou pelo menos, não atrapalhe).

Numa nota diferente do habitual:
Ele há coisas assim… Passam-se meses, por vezes anos sem se ver ou nem tampouco falar com determinada pessoa e depois, um qualquer dia, num daqueles sítios em que não se imaginaria a encontrar quem quer que fosse conhecido, eis que se encontra um amigo, um daqueles que sabe sempre bem encontrar, que nem dizem muito nem dizem pouco mas que parecem dizer tudo o que é preciso, na dose certa. Que nos relembram que são efectivamente amigos, que nos dizem toma lá que te deve dar jeito. E isto tudo, mesmo antes de se irem embora com um até qualquer dia sabendo de antemão qualquer um de nós, que o mais provável é que esse dia seja uma vez mais, daqui a meses ou anos, num qualquer sítio daqueles em que não imaginaremos encontrar quem quer que seja conhecido.

A sério. Sofre coração. Por mais lamechas que pareça não há outra expressão para definir os estado de alma de quem espera por Galactica. Depois do melhor final de temporada que se viu desde há muito muito tempo ( e acreditem que eu já o vi e revi mil vezes para ter a certeza de que não me enganava), eis que surge o vídeo promocional para a quarta série. Ver a Starbuck deitada no chão e a gritar “Nós vamos na direcção errada!”… Uuuuiii. De morte. E depois aparecem para ai umas miúdas a dizer que a malta gosta da série por causa das gajas… Humpf…! “… Look on my works, ye mighty, and despair!”!

Não vi nenhuma gaja nua neste clip e não é por isso que deixam de ser 45 segundos geniais. E só para recordar, fica abaixo o final da série anterior. De ir às lágrimas…

O fim de semana passou e com ele a realização do Lisboa International Meeting 2007. Dezenas de pessoas (do Algarve ao Colorado) com a fotografia como interesse comum e o Flickr como ponto de encontro, juntaram-se em Lisboa durantes estes três dias para explorar os cantos à cidade e de Alfama a Belém trocaram impressões, contactos e lentes enquanto capturavam a luz e a sombra que só Lisboa nos dá. Fazendo uso do lugar comum que é uma imagem vale por mil palavras, aconselho uma visita ao grupo criado no Flickr. Como participante só me apraz dizer muito obrigado a todos deixando uma especial atenção à organização na pessoa por trás d’ O meu anel. Agora esperam-se mais encontros do género…


Este fim-de-semana deu ainda para ver o 3º episódio da 3ª série de Prison Break. O que dizer sobre a nova temporada de uma das melhores senão a melhor série do ano? Espero que a coisa melhore. Sinceramente os dois primeiros episódios desta terceira temporada estão, na minha humilde opinião, abaixo do que a série Prison Break nos habituou. Mais do mesmo, sem que seja muito, e um inverter de papéis que não deixa espaço há imaginação. Já o 3º episódio começa por nos dar a ideia de que a história de Michael Scofield e Lincoln Burrows ainda tem muito para nos dar mas termina com um clifhanger banal. O que vem no episódio seguinte (sim, já sei o que é) não é mais do que uma solução de desenrasque e pelo que li, é mais nítido do que o desejável. Ou seja, ou se bem que arranjam argumento com pés e cabeça para terminar a série em beleza e deixar no ar um espectáculo televisivo para a História ou se bem que mais vale arrumar as malas e dizer de vez que a coisa não dá. Só espero que não estejamos perante um novo Invasion (com a diferença que este foi cancelado quando estava no pico da sua subida regular de qualidade).

Outra série que esteve em destaque lá por casa este fim-de-semana foi Heroes. A segunda série de Heroes começou há pouco a ser transmitida nos Estados Unidos e não deve demorar muito a chegar a Portugal. Ainda bem. Era triste que se perdesse este universo fantástico em que o ser Humano já alcançou notáveis avanços no processo evolutivo (sim, ou seremos nós arrogantes ao ponto de pensar que o Homo Sapiens Sapiens é o ponto máximo da evolução?). Cada vez mais próximo do universo típico da banda desenhada, esta 2ª série de Heroes transporta-nos ao Japão feudal e deste pulamos para a Irlanda dos nossos dias misturando com mestria o passado e o presente. Apresenta-nos novos personagens e situações tentando manter a coerência com a série anterior mas por vezes deixando claro que não é tarefa facil. All in all, ainda bem que está de volta.

Agora só falta mesmo recomeçar a Galactica. Já agora e por falar em Galactica, já andam por ai disponíveis alguns dos webisodes que preparam a chegada de de Razor em Novembro próximo.

Galactica o filme? Mais Galactica? Razor é o nome. “Mas a Galactica não era aquela coisa das naves espaciais e dos robots?” pergunta-me um colega… O mundo mudou. O nosso e o deles. A Galactica é agora algo de muito mais adulto. E não. Não se trata das novas (velhas) personagens interpretadas por mulheres, loiras, morenas, esculturais ou por homens saídos da passerele sem aqueles penteados ridículos da década de 80 . Passem lá essa parte. Não tem nada a ver.


É politica, é religião, é drama a sério. E agora vem em filme. A estrear em Novembro próximo, Razor conta a história da nave Pegasus e do caminho que esta tomou aquando do ataque Cylon até se juntar mais tarde à Galactica (dos episódios mais apreciados da segunda série de Battlestar Galactica). Apesar de não ser uma continuação da terceira série, alguns dos factos neste filme serão decisivos para a acção da quarta série a estrear em Fevereiro de 2008.

Razor traz de novo aos ecrans a Almirante Helena Cain (interpretada pela magnifica Michelle Forbes) que morreu no episódio Resurrection Ship Part II mas que deixou muitas saudades nos fans da série. Talvez para manter a memória da Almirante viva consta que em Razor, Cain mantem uma relação lésbica com Gina (a Numero Seis interpretada por Tricia Helfer) Mas nem só de tripulantes da Pegasus vai viver Razor. Ao que consta vamos poder ver outras caras conhecidas de Galactica e até conhecer alguns detalhes do seu passado (a primeira missão de Lee Adama por exemplo) com flashbacks que irão até à Guerra dos Cylons original.

O lançamento de Razor (que será pouco tempo após a sua estreia na televisão lançado em DVD), vai fazer-se acompanhar de alguns “minisodios” (mini-sodes como lhe chamam os americanos) com dois ou três minutos cada, a serem transmitidos em Outubro no Sci-Fi Channel (e que estão também disponiveis na Internet) onde poderemos ver cenas da juventude do Almirante Adama e onde este descobrirá uma arma Cylon que o irá atormentar para o resto da vida (o que será?). A ideia segue a estratégia de sucesso dos webisódios (Battlestar Galactica: The Resistance) lançados pela Sci-Fi na transição da segunda para a terceira temporada da série.

Como facilmente se percebe, muito está ainda para vir do universo Battlestar Galactica. Ainda que, como em quase todas as boas séries, tenha tido alguns momentos menos bons na terceira temporada, a quarta está quase a chegar e mesmo que seja a última, esta será definitivamente (e tal como a série original) uma série a recordar.

Por enquanto fica o trailer de Razor e como pérola adicional, um pequeno filme sobre “as mulheres da Galactica”. serve também de boca descarada para uma certa loira que um dia me disse que entendia bem porque é que eu gostava tanto da Galactica… Embrulha.

Fala-se no Lost e fala-se na PlayStation e eis que aqui temos o primeiro trailer do que será Lost: The Videogame.

(quem estiver interessado numa versão em alta definição pode fazer o download aqui no site. Trata-se do trailer em formato QuickTime e são 14 Megas dele mas vale bem a pena.

Por aquilo que nos é dado a conhecer neste trailer o jogador encarna a personagem de Jack Shepard controlando-o numa visão de 3ª pessoa. ficamos também com a ideia de que não será propriamente um jogo de acção (não o estraguem por favor) mas mais virado para os enigmas… Infelizmente o jogo não deverá sair para a PS2 sendo até agora conhecido o facto de que haverá versões para a XBox360, para a PS3 e para Windows PC. Chega pelas mãos da Ubisoft que terá anunciado o inicio do desafio anda em 2006 mas só na recente Comic-Con foi apresentado oficialmente o trailer.

Há já por ai quem pergunte como será o boneco da Kate.

Evangeline Lilly, a Kate do Lost