A propósito do Natal a revista Forbes publica a lista dos brinquedos mais populares dos últimos 100 anos. Aqui bem se vê a diferença da realidade norte-americana para a europeia (pelo menos, para a portuguesa) onde nós nunca ouvimos falar de alguns daqueles brinquedos. Fiquei feliz porém por saber que um dos meus brinquedos favoritos quando era criança foi o top dos brinquedos entre 1930 e 1939: O Fabuloso ViewMaster. A questão que se levanta é, como foi tal possivel tendo em conta que eu só nasci em 1973??? É Portugal certo? ‘Tá respondido???
Year: 2005
Simples. Metendo o maço ao bolso e dizendo: Agora não fumo mais.
Faz hoje um ano que parei de fumar. Fumava desde os 12 e ia em 2 maços e meio por dia. Antes da Patricia nascer, quando saia de casa já tinha fumado 4 ou 5 cigarros (nota: acordava às 6 e saia de casa às 8 ). Sem pequeno-almoço que não tinha tempo para essas coisas…
Hoje, vi com prazer dentro do bolso da parka que vesti no dia de Natal de 2004, um maço de Marlboro com 5 cigarros. Como quase sempre, apeteceu-me fumar um. Como desde há um ano para cá, não fumei, voltei a guardar o maço…
E finalmente, a arvore. A coisa demorou mas foi. E mesmo ainda faltando alguns dias para o Natal, já a arvore está cheia de presentes. Óbviamente, a mais beneficiada pelo velho das barbas será a Patricia mas também nos irá calhar alguma coisita a nós… O roupeiro do sec. XVIII, caso alguém o queira oferecer, não leve a mal se não o colocar junto à arvore mas não há espaço para algo tão grande…
Também a Passat ou até o pequeno Leon terão que ficar de fora (ummm, ummmm. É aliás a única razão porque não os comprámos já. Uma duzia deles). A ver vamos que supresas estão por revelar…
Uma coisa é certa. Tão cedo não vamos ter tempo para ver os DVD’s. Os livros pelo menos são prazeres que se podem ter a sós.
Mais um fim-de-semana se passou e a arvore de Natal ainda não está montada. Foi motivo de tristeza logo pela manhã quando disse à Susana que de hoje não passava e ela me respondeu que estava a pensar em já não a montar, que por uma semana não valia a pena… No fundo continua a haver aqui dentro uma criancinha que fica triste com essas cenas. Nem que fosse por dois dias (aliás, faço intenções de que a arvore esteja montada até lá para a Pascoa). Natal leva com arvore e ponto final. De hoje não passa.
O Sábado começou de forma diferente. Visitar stands. Nada como ver e tocar o material certo. Agora a parte boa (e não me venham com a conversa dos diferentes segmentos que essa pôrra já enjoa): Seat Leon 1.9 TDI ou 2.0 TDI, Volkswagen Passat Variant 1.9 Confortline ou a Peugeot 307 SW.
Vejamos então prós e contras.
Seat Leon 1.9 TDI ou 2.0 TDI
Prós:
a) Há já 15 anos que temos Seat e sempre se portaram à altura.
b) O nosso primeiro Seat foi um Ibiza 1400 que durou 11 anos.
c) O nosso actual é um Ibiza 1900 TDI que já nos deu 215 quando foi preciso.
d) O Leon além de muito agradavel estéticamente é também garante (pela motorização e design) da agressividade tipica da condução da Susana.
e) Totalmente equipado falamos de cerca de € 31.000.
Contras:
a) Não deixa de ser um carro e como tal, eventualmente pequeno.
Volkswagen Passat Variant 1.9 Confortline
Prós:
a) A carrinha é muito bonita.
b) A Volkswagen tem fama de ser robusta q.b. (nós puxamos muito pelos carros que temos nas mãos. A Europcar que o diga sempre que alugamos um).
c) Garante espaço para muitos e bons anos pois é grande com’ó diabo.
Contras:
a) É grande com’ó diabo. E nós moramos em Lisboa e não temos garagem.
b) São quase € 40.000 dela.
Peugeot 307 SW
Prós:
a) A carrinha é pequenina, maneirinha, jeitosinha.
Contras:
a) A carrinha é pequenina, maneirinha, jeitosinha ou seja, no meio de tanto “inha” o raio da carrinha parece um carro esticado ou uma carrinha encolhida. Nem carne nem peixe.
Por outras palavras, ainda estamos num impasse. Sim, é certo que lá por casa ainda nem tãopouco foi decidido se queremos carro se carrinha mas isso agora não interessa nada. O que realmente interessa é decidir que desta é que é. Que vamos comprar um bóginhas novo. Depois de termos decidido isso, tudo será certamente mais façil…
Até logo mais…
Pois lá está. Sabemos bem (sabemos não sabemos?) que essa coisa de ser invisivel online tem muito que se lhe diga. Isso de fazer um blog, escrever o que nos bem dá na real gana e não nos identificarmos garantindo assim a nossa integridade e vida pessoal, é um terreno por demais arenoso para assentar o pé com força. Mais uma prova disso chega-nos pelas mãos da Stephanie Hendrick, uma americana a viver na Suécia e autora do blog the sum of my parts e é aqui que ela nos diz como identificou o autor de um weblog anónimo através da analise do conteúdo desse mesmo weblog (o estilo e forma de expressão) e comparando-o com outros. É certo que o facto da Stephanie fazer deste tipo de coisas a sua vida, ajuda a realizar tal feito mas, prova também que nem só através das máquinas a coisa vai. Pode ser bem mais simples do que se pensa. Lembro-me de uns amigos que queriam pregar umas partidas online a uns outros e que quando eu lhes disse que dificilmente passariam como anónimos a resposta foi que “… e então? A policia vai procurar-nos pelos servidores da Net?”. Se calhar não é preciso…