O filme ainda não estreou e já há quem diga mal. Independentemente disso, tal como dá a entender o Michael Heilemann, só pelo cartaz The Invasion já é um campeão… Não estreia na melhor das alturas é verdade mas com a Nicole Kidman e o Daniel Craig como cabeças de cartaz é capaz de fazer uns trocos. Entretanto vejam o trailler… Spooky…

The Invasion Ratatui

Mas para não desanimar lembrem-se que estreia também em Agosto próximo Ratatouille ou como será chamado em português Ratatui. Ó pá por favor, vejam lá o trailler

E sim, não tenho tido tempo para mais. Entre as maratonas fotográficas pelas ruas de Lisboa que me ocupam a totalidade da hora de almoço e a pós-produção dessas mesmas fotografias que de há uma semana para cá não me deixa ir para a cama antes das duas da manhã (atenção que eu acordo às seis certo?), o tempo vai todo ao ar.

Pois. Uma coisa não tem nada que ver com a outra mas enfim quer dizer, o problema que refiro no titulo do post não tem nada que ver com a ajuda que preciso agora mas vamos por partes. O problema foi o que fez com que o site apresentasse durante toda a tarde uma mensagem simpática a dizer que eu já voltava… Explicação: Quando estiverem a usar o editor online do WordPress nunca mas nunca tenham mais do que um site aberto. Arriscam-se a fazer paste da css do site A na janela da css do site B e se por acaso não tiverem a css original do site B ali mesmo à mão… Bom, imaginam o que pode acontecer certo?

A ajuda refere-se, tal como já referi, a outro assunto. Observem as fotografias abaixo. Cliquem nelas de forma a que possam abrir o ficheiro no seu tamanho real. Acham que está tudo bem com elas? Parecem-vos fotografias normais? Atenção que não estou a falar do enquadramento ou conceito ok? Mas também não quero adiantar mais para não influenciar as respostas que possa eventualmente ter. Prometo que logo que tenha alguns comentários (se os tiver) explico.

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Posso desde já agradecer pois o problema em questão está a dar-me cabo da cabeça… Obrigado.

Por inerência de funções, há já alguns anos que trabalho com CMS’s (Content Management Systems) ou em bom português, com Sistemas de Gestão de Conteúdos. Também por inerência de funções os CMS’s com que tenho trabalhado são todos originários da mesma empresa e tratam-se essencialmente de evoluções (ainda que as versões mais recentes tenham cortado por completo com as versões anteriores). Já a nível pessoal, aqui no site e em mais um ou outro projecto, tenho usado outros CMS’s nomeadamente o WordPress. São dois sistemas completamente diferentes mas não deixam de ser CMS’s. E assim como estes dois há muitos mais no mercado. Desde soluções gratuitas como as que uso aqui às milionárias como as que uso no trabalho. Então, se eu preciso de um sistema de gestão de conteúdos e há assim tantos no mercado, qual escolher? Como saber qual será o mais indicado para as minhas necessidades? Há vários itens a ter em consideração na escolha tais como quanto estou disposto a pagar (desde o software ao hardware passando pela forma como são introduzidos os conteúdos), compatibilidade (será que isto vai funcionar aqui nas minhas máquinas?) ou o tempo (tempo de instalação, de configuração, de aprendizagem etc). Agora, como comparar os vários sistemas?

CMSMatrix

A resposta está em CMSMatrix. Neste site podemos seleccionar múltiplos sistemas (a lista é enorme) e ele apresenta-nos uma tabela com tudo o que cada um dos CMS’s pode fazer, os requisitos, os custos, enfim, um manancial de informação que nos pode facilitar e muito a escolha. Fica a dica.

Montra

Quão estranho pode parecer um gajo de fato (azul escuro com risca muito fina) e gravata, pelas ruas da Baixa de Lisboa com uma máquina fotográfica na mão? E não é daquelas pequeninas, compactas, que ninguém dá por elas. Não. É uma das grandes. Que voz (thanks gi-gi) vos parece? A mim pareceu-me que toda a gente me achava maluco. Hora de almoço, um calor de rachar, e eu de maquina em punho. Sobe rua, desce rua, clique, clique, sem parar… A hora de almoço passou e eu voltei ao trabalho. Isto foi ainda a semana passada. Ontem voltei a tentar. Fato cinzento, um pouco mais claro. Também não estava tanto calor mas as ruas estavam igualmente cheias de gente. A mesma sensação. Definitivamente. Deve haver para ai uma qualquer farda oficial para fotógrafos quer sejam profissionais ou de ocasião. ou então basta ser turista. Se eu aparecer em plena Baixa de chinelo de enfiar no dedo (que os Deuses e Deusas me livrem e guardem de tal cenário) e calção bege, t-shirt Hard Rock Café e boné de baseball não há qualquer problema em andar a tirar fotografias a torto e a direito. Ninguém olha ou se olham não ligam. É só mais um. Agora andar de fato e gravata e de maquina em punho? Dois dias e foi o suficiente para ouvir desde “parece qu’é parvo” até “deve ser do SIS”. Não desisto mas que não é facil não é… Sugestões???

12 anos. Foi o tempo que esperámos que John McClane regressasse a casa. Ups. Qual casa? Não a chegámos a ver. O bom do John desta vez não nos conta nada dele. Sabemos que tem uma filha (Mary Elizabeth Winstead), gira. Com mau feitio como o pai. Estão zangados (pelo menos ela) e não se falam. Mas não sabemos porquê. Nem no principio nem no fim. Ele já está divorciado (que outras aventuras se terão passado para que tal acontecesse?) e é o máximo que ficamos a saber do senhor. Sabemos que o tempo muda as pessoas (por vezes) mas há limites. John McClane a dirigir um helicóptero? E aquela cena suicida de se lançar com o SUV para dentro do poço do elevador? Sim que aquilo não foi só um empurrãozito na jeitosa de olhos em bico (Maggie Q). O John McClane de que me lembro pensava as coisas (por incrível que pareça estamos mesmo a falar de um action movie dos anos 80) e nós víamos. Aqui ele não tem tempo para pensar e depois dá no que dá… A cair de cú em cima de um F-35 já por si em queda.

Bruce Willis Die Hard 4.0

19 anos depois de o ver pela primeira vez, continuo a acreditar que o John McClane dava uma coça ao Jack Bauer se este se virasse para os trilhos do mal mas tínhamos que lhe fazer ali uns ajustes… Tipo, em vez de ter infindáveis carregadores para a pistola no bolso do casaco de quando em vez teriam que lhe faltar as balas estão a ver? Mais ou menos uma dificuldade tipo correr descalço nos vidros partidos. A razão é simples: o John McClane é daqueles herois humanos, daqueles que se enganam, que fazem asneiras e que até entram em panico mas que tentam sempre pensar tal como escrevi atrás. O resto está lá sim senhor. Grandes explosões (maiores que nunca diga-se), muito tiro e algum soco. O vilão, bem, esse deixa muito a desejar. Não se encontram por ai muitos Alan Rickman ou Jeremy Irons mas fiquei com a ideia de que Timothy Olyphant era menos vilão do que a tal miúda de olhos em bico.

Resumindo, não sei se haverá outro Die Hard mas não me importava nada que houvesse. Gostei deste (sou fan incondicional da série) mesmo com os defeitos que lhe apontei. A sério.