O titulo pode parecer provocatório e diga-se em abono da verdade, é. Este pequeno post não se trata de nenhum estudo profundo sobre o neuromarketing e muito menos de uma review sobre o livro Buy-ology de Martin Lindstrom. Trata-se de um pequeno desabafo, daqueles que devem ser feitos de imediato antes que se percam no fundo do baú das boas (e tantas vezes más) ideias.

buy-ology na casa do Pedro Rebelo

Ainda agora comecei a ler o referido livro e tenho a dizer-vos que estou a gostar. Não conhecia nada no autor e com 30 páginas lidas tenho a certeza de que quando este acabar vou procurar mais mas ainda assim…

Tal como escrevi, só ainda vou nas 30 primeiras páginas e ainda que me agrade a visão futurista de Martin Lindstrom, não posso deixar de referir uma frase que me deixou em dúvida.

É um mero instrumento (o neuromarketing) que pode ser usado para nos ajudar a descodificar aquilo em que os consumidores pensam quando são confrontados com uma marca ou um produto (…). Algures, num futuro distante, poderão existir pessoas que venham a utilizar esta ferramenta de forma errada. Mas, tenho esperança de que a grande maioria a utilize de forma positiva (…).

Ora bem. Das duas uma:

a) Martin Lindstrom acredita mesmo no que diz (escreve) e, desculpa lá que te pergunte amigo mas, acreditas no Pai Natal? Ah e tal, num futuro distante… Como é que diz que disse? Certo. Sem qualquer intenção de menosprezar o trabalho e estudo que envolve e origina Buy-ology, acabo de ler o livro com um olhar de quem aprecia a inocência e o sonho de uma criança na noite de 24 de Dezembro…

b) Martin Lindstrom não acredita no que diz (escreve) e tem direito a figurar na galeria dos vilões, mesmo ali, ao lado de ex-presidentes, homens da alta finança e uma lista infindável de inimigos do Batman. Um verdadeiro hipócrita. Sabe que a verdade é dura demais e quem lhe paga o ordenado pode não ficar agradado. Acabo de ler o livro com um espírito de desconfiança, de pé atrás e por via das dúvidas com a carteira no bolso da frente.

A ver vamos. Agora vou acabar de ler o livro para ver no que dá. E vocês? O que acham? Pai Natal ou Joker?

Agora que já toda a gente viu as fotografias da Ana Malhoa no nº 3 da Playboy Portuguesa (a sério, de que é que estavam à espera?), e que, ao fim de 3 edições já se começa a adivinhar o futuro de tão prestigiada (a nível internacional) revista é altura de perguntar: Já viram a Vanessa Palma na Maxmen de Junho?

Vanessa Palma na capa da revista Maxmen

Antes de mais é de referir que a string de pesquisa “sexo com cavalos” já é das mais batidas aqui no browserd.com mas mesmo com as fotos da rapariga junto de um exemplar do referido animal ainda não é desta que as vossas pesquisas resultam no esperado. Adiante.

De notar também que, confesso que desconhecia até actual edição da revista Maxmen a tal da Vanessa Palma. Sim, já a tinha visto em fotografias de uma outra revista do género (a FHM) mas dai a associar cara (e corpo) ao nome vai uma distancia abismal.

Vanessa Palma na revista Maxmen

E não. Não a acho assim tão gira. É mais uma daquelas miúdas que fazem vender revistas do género (independentemente de todas as outras qualidades que a Vanessa Palma possa ter). Mas, e este mas é fundamental para o assunto que aqui nos traz, a questão são as fotografias da Ana Malhoa na Playboy em comparação com as fotografias da Vanessa Palma na Maxmen.

Aviso à navegação: Fãs da Ana Malhoa (a sério que os há). Se ainda não viram a Playboy nº 3 façam um favor à vossa pessoa (não. Nada disso…) e não a vejam. Aliás, esse é um favor que estarão a fazer também à vossa musa e conseguem imaginar porquê certo? Mil vezes a Vanessa Palma com o peito tapado do que a Ana Malhoa com… Bem, com aquilo à mostra.

nota: Scans das fotografias da Ana Malhoa na Playboy e da Vanessa Palma na Maxmen já estão por ai na Net. As que aqui deixo foram tiradas por mim, à revista que possuo.

antarctida - O orgulho do pai

E eis que numa fantástica tarde de Domingo, um Sol fenomenal, um calor digno das mais quentes praias brasileiras e, do alto da sua cadeira no banco de trás do carro diz a minha filha em tom claro para que não hajam dúvidas:

Com este calor eu quero é ir para a Antárctida.

É ou não é o orgulho do pai? Claro que é. Só pode ser.