Paul Ricoeur ainda é para mim um desconhecido mas, mesmo sem saber porquê, tenho cá uma ideia de que nos vamos entender.

A ideia de, para além de criar uma biblioteca académica (que para muitos na universidade se resume a um enorme amontoado de fotocopias, seja por necessidade ou por mero desinteresse), criar também "uma biblioteca para a vida" (obrigado pela difusão do termo Prof. Maria Augusta Babo), é verdadeiramente importante para o sustentar do (ainda que parco) equilibrio ideologico da humanidade… A universidade deve também ser entendida dessa forma, inspiradora de estruturas e não só como aquele passo obrigatorio, ou pelo menos aconselhavel, antes da vida das 9 as 5…

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