Por mais que as Artes e Culturas me fascinem, por mais que a atitude outsider me cative, certas manifestações artisticas continuam a deixar-me perplexo quanto às suas verdadeiras intenções… Eventualmente os artistas dirão que isso não interessa para nada mas pronto, não deixo de pensar no assunto…

Neste caso a arte anda em torno de bonecas insufláveis e o conceito de  sexo self service… Tudo isto, à beira da estrada…

Self Service Sex

Self Service Sex

Self Service Sex

Uma intervenção do grupo PMS Collective nas estradas da Polónia.

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Acho que desta vez, opto por isto, até porque está a soprar uma leve brisa que certamente me iria virar as páginas antes de tempo.

Porque qualquer miúda da idade dela comentaria a cor das novas Crocs com referências das coisas que gosta, enfim, que fazem parte do seu Universo.

Crocs Douradas

Ora, como a Patrícia já deixou bem claro, que no seu entendimento, não há um mas sim vários Universos, o seu comentário sobre as suas novas Crocs douradas não foi de estranhar:

Já viste pai? Que fixes. São da cor do C3PO.

Claro que são…

…como não podia deixar de ser, a quem me garantiu algumas horas de intensa e igualmente estranha televisão, ainda a preto e branco.

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Fuck me, Ray Bradbury por Rachel Bloom.

p.s. E pensar que ainda esta semana, numa aula de Cultura Norte-Americana Contemporânea da FCSH em que apresentei o meu trabalho sobre Star Trek, acabámos a falar coma Prof. Teresa Botelho sobre Ray Bradbury e o seu fantástico Fahrenheit 451… Quem diria…