Para todos quantos já me perguntaram (e já se perguntaram) o que raio ando eu a fazer que não tenho escrito quase nada, fica a resposta: O costume…

Pois é, a coisa (entenda-se vida) voltou ao normal: as aulas já começaram e com um horário daqueles que deixa pouco à imaginação (ou aos tempo livres). O trabalho no banco, como é de esperar (que raios, é um trabalho certo?), não dá descanso. Aliás, cada vez dá mais trabalho e acreditem que quando digo mais é assim algo do tipo… Sei lá, triplicar não me parece o termo mais correcto porque é demais redutor. Já dá uma ideia? Assim o ordenado aumentasse na mesma relação (ou noutra qualquer por assim dizer, desde que não fosse na relação inversa)…

Tenho lido, muito menos do que o desejável e, garantidamente menos do que o necessário, mas ainda assim, sempre é alguma coisa. Uns quantos minutos soltos aqui e ali vão dando para ver umas quantas séries de televisão (que diacho, quando não ter para isso, emigro de vez) e, pasme-se, até vi um filme na semana passada… Loucura.

Voltei a pegar na máquina fotográfica. Uma disciplina na faculdade (Fotojornalismo pela professora Margarida Medeiros) levou-me a limpar o pó às lentes e voltar a carregar no disparador. Por falar em carregar, à conta disso, voltei também a ter umas fantásticas dores de costas e nos ombros. Entre máquina, lentes, flash, computador portátil, livros e uma quantas tralhas a mais, o peso da mala é enorme. Dizem para ai que quem corre por gosto não cansa. Podiam estar caladinhos que para dizer asneira mais vale não dizer nada.

Animem-se mais uns quantos a quem corre sangue Geek pelas veias (vocês sabem quem são). A tal disciplina onde consta da bibliografia obrigatória o Do Androids Dream of Electric Sheeps (assim como a visualização do Blade Runer),  sempre vai constar do meu currículo. Assim tenha eu paciência para ler o Sense and Sensibility e tudo irá correr pelo melhor…

Ainda vos podia fazer o update a mais uma ou outra coisita mas sinceramente, estou cheio de sono e hoje a coisa fica mesmo por aqui. Fica a promessa de contar mais amanhã ou depois pode ser?

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