Não só eu fiquei na cama toda a santa Quinta-feira como logo na Sexta ficou também a Patricia. Uma gripe p’ra mim, uma gripe p’ra ti, e a vida sorri… Ou pelo menos devia sorrir não fossem todos os Cortigripes e pastilhas de Vitamina C que já meti pela goela abaixo. Garanto que assim que voltar ao serviço, vou ter uma conversinha com a Sra. Enfermeira do posto médico que, ao meu pedido de Cortigripes ou algo parecido, me ofereceu paracetamol em capsulas genéricas dizendo que tomasse duas pois uma só não faria nada. E à minha pergunta sobre para que servia aquilo, tive um categórico “Tem dores? Isso tira as dores.” Na minha modesta opinião deveria ser esta senhora enfermeira a passar-me um justificativo de doença para apresentar ao serviço… Enfim. Eu por mim, estou pronto para outra. Com a Patricia há que ter diferentes cuidados. A ver vamos o que diz o médico hoje.

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Entretanto, todo este tempo tem servido para me adiantar em algumas séries que teimavam em acumular-se por vários cantos cá da casa. Uma delas foi Invasion. Não vou adiantar muito sobre o tema. Deixo a dica para todos (afortunados) quantos acedem ao Canal Fox. Vós ó sortudos vão começar a ver esta série durante esta semana. Disse-me um passarinho. Olhem para as cores. É ou não é uma verdadeira série de ficção cientifica hein???

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E eis que mais uma vez estou com uma valente gripalhada. E depois?? Tenho que bater com os costados no escritório à mesma. Mesmo afirmando a pés juntos que, aquilo que tenho hoje para fazer poderia perfeitamente ser feito em casa, no portátil. Isso agora não interessa nada. Os olhos pesam e estão cada vez mais quentinhos… Adeus…

Agora aquilo que interessa: Os Apontamentos (aquela cena ali em baixo, logo a seguir aos posts). Voçês andam a prestar atenção ao que lá se diz??? Acreditem que por lá aparecem verdadeiras pérolas da cultura ocidental (e não só). Que acham? Vale a pena dar-vos a conhecer os ditos ou parece-vos que seja totalmente irrelevante e que os posso guardar só para mim? Opiniões agradecem-se.

E por último uma nota televisiva (mais ou menos). Como já referi antes, o percurso Deserto / Lisboa é feito em transporte amavelmente cedido pel’ O Grupo. E os cerca de 40 minutos de viagem são quase perfeitos para assistir a um episódio de uma qualquer série transmitida na MulaTV. Desta feita trata-se de Surface. Ainda pensei se queria ou não ver esta série. Estava à espera de ver um qualquer Homem da Atlantida a saltar de dentro de agua a qualquer minuto. Ao fim de 5 episódios que já vi, mudei de ideias. Gosto. Ciência, natureza, ficção… Sexy o quanto baste. A acompanhar de futuro.

Tinha já escrito há uns dias atrás que iria escrever sobre Sleeper Cell. Pois aqui vai. Não sabia cheta sobre esta série. Absolutamente nada.


Nunca tinha ouvido falar nem tãopouco lido o que quer que fosse sobre o tema. Gostei do titulo, uma pequena sinopse lá nos sitios do costume (principais transmissores das emissões da MulaTV) e já está. Assim que tinha dois episódios no disco toca de os gravar num cd na esperança de os ver ao fim do dia já deitado e com um dos olhos fechados. Ainda bem que não o fiz. Um destes dias em que o trânsito da tarde estava mais grave do que o que é costume, resolvi ligar o portátil e chegar a cadeira para trás. Fones nas orelhas e vai de Sleeper Cell do deserto até Lisboa. Ao fim do primeiro episódio mal podia esperar pela viagem do dia seguinte. Sleeper Cell é uma série daquelas que vale realmente a pena.

Estamos nos dias de hoje na cidade de Los Angeles e tudo começa com um recluso americano, negro e muculmano que ao sair da cadeia imediatamente se tenta juntar a uma célula terrorista a operar na cidade dos Angelinos. Não demora até percebermos que Darwyn al-Sayeed (muito bem interpretado por Michael Ealy) é na realidade um agente do FBI a tentar infiltrar a tal célula mas também ficamos rápidamente a saber que (como quase sempre) a célula talvez seja só uma pequena parte de um grande corpo e preste a actuar.

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O(s) dia(s) lá @office andam complicados. Uma série de situações que não vou aqui comentar mas que não ajudam muito a descansar a cabeça pensando que amanhã tudo será, se não melhor, pelo menos igual ao que foi hoje… Por outras palavras: Corporate World. Adiante. Há já muito que apreciava a série “Sem Rastro” (Without a trace no original) acompanhando sempre que possivel a transmissão dos episódios no AXN. A série tem sumo. Não só o conteúdo (que a mostra humana q.b para ser credivel q.b.) mas também o desempenho dos seus actores (Anthony LaPaglia como agente Jack Malone como bom exemplo da tal humanidade dos personagens). Estes são dois factores mais do que suficientes para me prender frente ao ecran a ver uma equipa que trabalha como equipa, sempre em busca de alguem. O mote não é resolver o crime. Há já muito quem o faça. Mas o que é que isto tem que ver com os dias @office? Há um outro factor que me prende a “Sem Rastro”: A sua magnifica banda sonora. As faixas são escolhidas a dedo (só podem) para nos transmitirem as emoções (boas e más) de todos quantos riem, choram, desesperam em cada um dos episódios. E foi essa banda sonora que me acompanhou hoje frente ao monitor lembrando-me de todas aquelas emoções (confesso que transportando-me em certas alturas para o cenário) e deixando-me a pensar que, apesar de por vezes não parecer, ainda sei onde estou… E isso até é bom.

nota: Este post serve também para agradecer à boa alma que se lembrou de juntar as musicas que acompanham a série (na duas primeiras épocas), catalogando-as por season e episódio, e num só pacote as disponibilizou na net.

Ainda ontem aqui escrevi raios e coriscos por não haver alma televisiva (leia-se estações) que passe a Galactica e outras séries de enorme qualidade que por ai andam e que nós cá nem o cheiro… Pois, a mão à palmatória e o mérito a quem o merece: A SIC Radical está a transmitir Firefly. Quintas-feiras às 23h00 e repetindo a coisa aos Domingos pelas 18h00. Estava eu entusiasmado a assistir a Tru Calling na dois (por vezes aqui também há supresas) e eis senão quando recebo um sms da minha amiga Ana (a mesma que me disse estar a gostar do Firefly) informando que estavam a transmitir esta pérola na Radical.

Com tanta conversa sobre séries e coisas afins, um destes dias ainda me dedico em especial ao assunto… Houvesse tempo para isso.

Por falar em tempo, ontem tive a noção de “tempo bem aproveitado”. Como? O grupo para o qual trabalho (de agora em diante chamado de “O Grupo”), disponibiliza aos seus colaboradores alguns autocarros (daqueles todos catitas, tipo AC e cadeiras XPTO) por dia para os trajectos Lisboa / Deserto e Deserto /Lisboa. O Caminho Lisboa / Deserto, normalmente, faço-o de carro com a Susana mas o inverso nem sempre dá e é nessas alturas que este serviço de autocarro vem a calhar. Ontem, juntei o útil ao agradável e, no percurso de aproximadamente 40 minutos deu na perfeição para assistir ao primeiro episódio de Sleeper Cell do qual vos falarei mais tarde. Vivam as novas tecnologias e a bateria do meu portátil…