Essa coisa das resoluções de Ano Novo e sem qualquer ordem em particular…

De notar que esta é uma lista em progresso… Seria parvo assumir desde já que sei tudo quanto quero fazer durante o próximo ano. Não sei.

Resolucões 2013

  • Fazer mais vezes coisas boas que a decência me leva a não explicitar…
  • Ler o… Não digo. Eu é que sei;
  • Rever todos os filmes de Star Trek (até mesmo o Star Trek V: The Final Frontier);
  • Voltar a fotografar. Quando é o próximo 4 a.m. Project?
  • Terminar de ler o Pensar, Depressa e Devagar do Daniel Kahneman;
  • Ler A Piada Infinita de David Foster Wallace;
  • Voltar a Londres;
  • Aprimorar os meus dotes culinários;
  • Voltar a ler O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde;
  • Comprar uma fotografia;
  • Participar em (pelo menos) duas conferências internacionais;
  • Apresentar um trabalho sobre Balzac ao Prof. Dr. Bragança de Miranda (mesmo que já não vá a tempo para a melhoria de nota, prometido é devido);
  • Candidatar-me ao Mestrado em Ciências da Comunicação na FCSH;
  • Começar a ver em família a trilogia O Senhor dos Anéis;
  • Comprar um Ipad;
  • Montar a árvore de Natal antes de dia 23 de Dezembro;
  • Convencer mais uns quantos que o Facebook é obra do Demo;
  • Levar o gato Browser ao veterinário;
  • Perder 20 quilos;
  • Voltar ao Francês ou começar a aprender Japonês;
  • Ouvir mais Blues e entender a sua relação com o Jazz;
  • Mudar de vida!

p.s. Não sou tipo de gostar dessas cenas de listas, objectivos, resoluções e cenas que tais… Estava mesmo numa de escrever qualquer coisa e ainda não sabia bem o quê. Já está.

Desenganem-se os que aqui chegarem em busca de maiores teorias. O titulo é mesmo só uma forma simples de dizer como começa por aqui, o fantástico ano de 2010.

Depois de uma passagem com lagosta em creme de natas e salsa, Murganheira bruto e 12 uvas (desta feita a tradição deu um pulo a Espanha e diga-se, sabem melhor as uvas frescas do que as velhas e encarquilhadas), veio uma maravilhosa noite de sono e a manhã começou então, entre coisas boas como azevias e fatias d’ovo (douradas, paridas, whatever) e pesadelos cibernéticos de insectos com câmaras nos olhos, tubarões teleguiados e homens com braços mecânicos…

Salvo pelo acordar da filha, que na sua imensa sabedoria de 5 anos, pega no seu mui exclusivo comando e ainda de olhos ensonados, faz com que milagrosamente surja Sponge Bob Square Pants no ecrã da televisão. Não há seriedade que aguente. Mas também, quem quer ser sério a dia 1 de Janeiro?