Um dos assuntos do dia lá no escritório foi: Cartões de visita profissionais.

Na nossa actividade do dia a dia muitas vezes nos deparamos em situação que apelam à troca de cartões de visita. Seminários, conferências, cursos e até mesmo reuniões de trabalho com fornecedores ou colegas de países diferentes. O cartão de visita é efectivamente parte do universo profissional.

Agora a grande questão: Que dados incluir nesses mesmos cartões? Se a opção fosse pelos chamados cartões de empresa a coisa estava simplificada: Logo e nome da empresa e contactos da mesma. Morada, telefones, site e endereço de e-mail. Mas não é o caso.

Cartões Personalizados

Os cartões de visita que por cá se usam apresentam por norma o logo e nome, nome do colaborador, departamento, função (se exerce cargo directivo), morada, telefone e endereço de e-mail.

Tendo em consideração o quão internacional é a entidade para a qual trabalho e também o elevado grau de mobilidade que lá existe (quer em termos de departamentos quer mesmo em termos de localização física) não seria mais sensato reduzir os elementos identificativos do colaborador ao nome, departamento, função (em caso de cargo directivo) e endereço de email?

Entendo as vantagens que possam existir na clara identificação da morada física nos cartões de visita profissionais mas, nos casos em que a mobilidade é mais que provável talvez não faça muito sentido.

Ou talvez fosse boa ideia apresentar, nos casos em que tal seja possível, uma morada central da empresa, a partir da qual toda a correspondência possa ser internamente encaminhada para o colaborador onde quer que ele se encontre no momento.

Que vos parece? Alguém tem ideias sobre o assunto? Sugestões? Como é na empresa para a qual trabalham?

3 thoughts on “Cartões de visita profissionais

  1. Na minha empresa, o cartão na frente mostra o logo da empresa, nome, cargo, telefone e email.
    No verso mostra os contactos da empresa em 2 ou 3 países – com a respectiva tradução em chinês, para as moradas chinesas (que dão um jeitão para mostrar a taxistas, tanto a nós como aos clientes!)

  2. Ora ai está uma muito boa ideia. Eu associava essa ideia à da morada central… Imagina: Em Portugal a minha localização física actual é na baixa de Lisboa mas provavelmente dentro de muito pouco tempo volto ao Tagus Park. E nada me diz que não posso ir para qualquer outro dos edifícios em Lisboa… Ora, nestes casos em que há mil e uma possibilidades, a existência de uma morada central é efectivamente aquela que me parece a melhor ideia. No nosso caso, as operações internacionais são muitas e possuem as mais variadas moradas, não seria comportável num cartão coloca-las todas…

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